quarta-feira, 29 de setembro de 2010

INFORME - CICLO DE DEBATES

O MUSA/ISC/UFBA, a Regional Bahia da Rede Nacional Feminista e a Relatoria do Direito à Saúde Sexual e Reprodutiva da Plataforma Dhesca, convidam:




Ciclo de Debates
De setembro a dezembro

Mulheres e Direitos Humanos

Objetivo
Debater temas atuais, sobre Direitos Humanos, Mulheres e Autonomia Sexual, com o objetivo de contribuir para dar visibilidade a questões relevantes, ainda pouco discutidas na sociedade,

Temas apresentados-Uso do tempo / Saúde mental das mulheres /Mulheres e drogas /Transexualidade, travestilidade e intersexo

Público alvo
Estudantes, movimentos sociais, movimento feminista, lideranças comunitárias, sindicalistas, pesquisadores/as, profissionais e pessoas interessadas no tema. 
Debate 1
Tempo e Saúde: Notas para pensar o temaEstela Aquino – professora do Instituto de Saúde Coletiva da UFBA, coordenadora do MUSA, conselheira do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher
29 setembro de 2010, das 14:00 às 17:00 – na sala 10 da Escola de Administração da UFBA – Vale do Canela Serão fornecidos certificados de participação para as(os) que obtiverem 100% de frequência.  As inscrições poderão ser feitas no dia do 1° debate ou no MUSA, através do telefone 3283-7422, das 8:00 h. às 12:00 h. e das 14:00 h. às 17:00 h.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

....enfim.

 ... enfim 

Noly Oliveira

Ser em dever a si,
sujeito e anti-sujeito 
e ainda assim não aprende a ver a vida aprende a seguir

Notório são as pedras 
e as curvas que ninguém escapa de passar 
os meus nem sei como mensurar
nichos esquecidos,
carinhos desfeitos,
amigos sozinhos...

Onde me encontro neste momento?
quase sempre acontece
inconscientimente desejamos o que conscientimente negamos
ó pobre homem que de bengala ainda precisa
para salvaguardar-lhe a alma!

sábado, 18 de setembro de 2010

Cegos

Cegos
Noly Oliveira

Ele chama, ela chama
Eu o chamo, você o tem
Ela fala, ele grita
Eu blasfêmo, você também
Eu encanto, você canta
Ele declamo, ela mantém
Ambos ascendem e sintetizam
Metas e recursos para enfim
Abrangerem a seguir
Em múltiplos ambientes,
Subordinar e conseguir
Transparência em influência
Concentrados em estratégias
Rígidas e administradas
Por gente dessa terra
Quantidade representativa
Da burguesia dominante
Monta em cima, tripudia,
Dos serviçais que o escolhem
Dos cegos que em delírio
Aderem sem protestar
Corrompidos ou coagidos
Com encargos vão lidar
Penalizados, oprimidos
Mas gostando de achar
                                           Que desse vício tem controle
                                                                               Quando controle não há.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

GALERA MUITO BOM... CONFIRA O QUE ESTA TURMA ANDA FAZENDO POR AQUI!!!!!!!!!!!


O labirinto
A vida vem sem nuances
Mesmices  de um velho e mono dia
Diafragmas da distância que estanca a alma desolada vazia
Monocromática cor sabores em cinzas que chegam
É um mesmo nada
Outra rua onde esse mesmo corpo caia
É o tempo das ilusórias sensações é um sem fim de emoções
Subtrações, subtrações, sub-trações.
Sou eu o abismo abstrato
O labirinto, o labirinto.
(...)

ficou curioso? veja o restante, garanto q vai gostar heheheh

Pelo direito de saber ler e escrever - reportagem publicada na revista nova escola

Políticas Públicas

Sete passos para erradicar o analfabetismo

Conheça as melhores soluções encontradas pelas cidades brasileiras que estão conseguindo alfabetizar toda a população adulta

Ana Rita Martins (ana.martins@abril.com.br), de Salvador, BA. Colaboraram Anderson Moço, de Niterói, RJ, Beatriz Santomauro, de São João do Oeste, SC, Paola Gentile, de Guajará, Itapiranga e Silves, AM, Paula Takada, de Porto Alegre, RS, e Rodrigo Ratier, de Curitiba, PR, e Blumenau, Jaraguá do Sul e Pomerode, SC

3 Investir na formação dos professores de EJA

Foto: Fernando Vivas
COORDENAÇÃO PARA AJUDAR A EVOLUIR
Em Salvador, todo alfabetizador da EJA
conta com coordenador pedagógico que
assiste a suas aulas e as analisa
semanalmente, usando a observação
como subsídio para a formação continuada.
Os próprios coordenadores têm formação
contínua e são acompanhados de perto
por coordenadores gerais da Secretaria da
Educação. A aposta na capacitação, claro,
exige mais investimentos. No Brasil,
porém, o gasto por aluno de EJA segue
abaixo do das demais etapas de ensino.
É consenso entre os especialistas que a formação dos professores é o fator de maior impacto na qualidade do trabalho e no resultado positivo dos alunos. Entretanto, muitos programas de EJA apostaram no voluntariado despreparado para dar aulas, como se qualquer pessoa que soubesse ler e escrever fosse capaz de alfabetizar, o que está muito distante da verdade.
Mesmo quando se trata de formação de docentes, há sérios problemas. O principal é que a formação inicial pouco aborda a EJA. Segundo pesquisa da Fundação Victor Civita (FVC), realizada pela Fundação Carlos Chagas (FCC), a etapa é abordada em apenas 1,5% do currículo. Por isso, o investimento em formação continuada é imprescindível. O ideal é que ele inclua uma rede de apoio dentro da própria escola, como ocorre em Salvador (leia o destaque ao lado).
Em Porto Alegre, além do investimento na formação continuada, investe-se também na valorização do professor da EJA. Na rede municipal, são 450 docentes com plano de carreira idêntico ao dos que lecionam na rede regular. O resultado disso é que os educadores acabam investindo mais na própria formação (95% deles têm pós-graduação). Para Vera Masagão Ribeiro, coordenadora da ONG Ação Educativa, na capital paulista, a política é acertada. "Muitos professores encaram a EJA como uma forma de bico. É preciso resolver essas questões estruturais para o segmento se profissionalizar."

Publicado em NOVA ESCOLA, Edição 235, Setembro 2010, com o título Pelo direito de saber ler e escrever.
Ver in: http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/modalidades/sete-passos-erradicar-analfabetismo-594388.shtml?page=2 

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Reflexão sobre escolas que são gaiolas e que são asas de Rubem Alves


            Reflexão sobre “escolas que são gaiolas e que são asas” de Rubem Alves
Noly Oliveira[1]

                   Observemos a seguir um trecho do texto de Rubem Alves que foi analisado durante a Formação Continuada pelo PSCL/2010.

Escolas que são gaiolas existem para os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado. (ALVES, 2010)
                  
                        Tal texto revelasse um convite à reflexão sobre o papel da instituição escolar na formação do cidação e sobre a ação dos sujeitos que formam sua estrutura social-educacional.
                   Existem professores que cortam as asas dos educandos em sala de aula, que durante reuniões perfazem comentários pejorativos e rotulam educandos, que são incapazes de observarem a sua própria práxis pedagógica - se é que possuem alguma - mas possui a delicadeza de apontar as falhas alheias.
                   O que verdadeiramente estamos fazendo para corroborar para o processo educacional do nosso país, ou em nível micro, na comunidade onde estou inserido? Que auxílio nos são ofertados para que possamos efetuar um trabalho com qualidade e encorajarmos os educandos a serem cidadãos ultrapassando assim os programas oficiais disposto pelos Ministério da Educação?  
                   E você, que educador gostaria de ser? Que caminhos tem utilizado em suas ações de ensino-aprendizagem? Já conversou com seu aluno hoje para saber como esta você em sala de aula? Você olha e vê o educando? Que auxilio tem dito dos Gestores e do MEC? Como está a sua saúde? Consegue perceber as várias nuances da educação na educação?
                   O primeiro passo é ter a plena convicção de que tipo de educador deseja ser para de fato ser, pondo em prática não obstante as dificuldades enfrentadas durante o processo de contrução desta identidade profissional, auxiliar a formação do sujeito no contexto histórico em que se encontra. Isso não é sofismático nem utópico. Parafraseando Rubem Alves: “Há esperança...”
                   Pense a respeito.


REFERÊNCIA

ALVES, Rubem. Gaiolas e asas. Disponível em http://www.rubemalves.com.br/gaiolaseasas.htm. Acesso 08/Set/2010.


[1] Texto em construção

A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA PARA OS ALFABETIZADORES DO PROGRAMA SALVADOR CIDADE DAS LETRAS-BA

A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA PARA OS ALFABETIZADORES DO PROGRAMA SALVADOR CIDADE DAS LETRAS-BA[1]

Noly Oliveira[2]

       A educação é um processo político, dinâmico e contínuo elaborado pelos sujeitos sociais multifacetados e culturalmente plurais. Neste constante processo de transformação, as ações do homem sobre o mundo são de construção, resignificação e reconstrução do conhecimento, refletindo sobre o processo, criando novas significações.
       O presente ensaio propõe-se, especialmente, a efetuar reflexões sobre o lugar e o sentido da Formação Continuada para Alfabetizadores (FCA) do Programa Salvador Cidade das Letras (PSCL)[3] inserido no Programa Brasil Alfabetizado (PBA), que ocorre em Salvador-Bahia, cujo foco pauta-se na formação e prática de educadores para a inclusão de alfabetizandos no segmento SEJA I sendo a mesma notada como fonte permanece de informações necessárias para que educadores possam interajam com mais dinamicidade, sinalizando possibilidades de novas intervenções nos fazeres pedagógicos.
       O mesmo justifica-se pela busca da possibilidade de continuar as reflexões iniciadas em prática pedagógica e nos estudos elaborados ao longo do da atuação como Coordenadora de Turma no PSCL. Procurou-se deslindar e identificar elementos relevantes para a compreensão desse processo de modo dialógico.
      
1 BREVE CONTEXTUALIZAÇÃO SOBRE O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO BRASIL

                   A educação representa uma forma de inserção num mundo da cultura e um bem individual-coletivo. Assim, trata-se de um direito que apesar da exigência individual não pode ser compreendido fora do contexto coletivo e inclusivo em escala planetária.
       A compreensão e os debates sobre a educação sempre tiveram corpo na sociedade, mas no que se refere à Educação de Jovens e Adultos (EJA), maiores são os embates apesar dos equívocos ainda existentes. Observemos o que nos traz Faria (2009):

A compreensão da Educação de Jovens e Adultos (EJA) como modalidade de atendimento educacional que atravessa transversalmente o Ensino Fundamental – e também Ensino Médio – tem resultado em discussões no decorrer das últimas décadas, sobretudo quando se consideram suas bases legais. Merece destaque o fato de que no Brasil a EJA sempre ocupou destaque reduzido no sistema educativo, estando marcada por apresentar um caráter estritamente compensatório e por constituir lugar exclusivo e reconhecido dos desprovidos de valor social. (FARIA, 2009, p. 1)

       Por intermédio de Freire (1997; 1986) sobreveio uma mudança na forma de conceber a educação que demarcou espaço, sobretudo para jovens e adultos (modalidade educativa específica detentora de concepções, história, metodologia e políticas próprias) ao afirmar que na verdade, o que existe são educações. Compreendendo a mesma como processo representativo da realidade, não consensual e inevitável, onde todos os sujeitos estão envolvidos. (SILVA; SILVEIRA, 2005)
       Segundo a Secretaria Municipal da Educação Cultura Esporte e Lazer (SECULT) pode-se definir a Educação de Jovens e Adultos (EJA) como

[...] modalidade de ensino que atende na rede municipal ao 1º segmento do ensino fundamental noturno, estruturado em ciclos de estudos assim organizados: PEB - I, correspondente aos 1º e 2º anos de escolarização e PEB – II, correspondente aos 3º e 4º anos de escolarização. (SECULT, 2010)

                   A meta proposta pela gestão para o EJA é

[...] construir uma política efetiva de educação de jovens e adultos voltada para a inclusão social, capaz de garantir o acesso, a permanência e o sucesso dos alunos, a partir da implementação de um processo pedagógico mais dinâmico e adaptado às necessidades desta população (Salvador, 2005:21).

                   Para tal, as estratégias de ensino deverão converger para a dimensão sócio-política e cultural intrínseco ao fazer cotidiano do alfabetizando, com significado para o mesmo e para a comunidade a qual faz parte, valorizando os seus conhecimentos prévios e a prática de sua cidadania.
                   O Programa Brasil Alfabetizado elaborado pelo Governo Federal e coordenado pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) possui como público alvo jovens e adultos, ou seja, pessoas com idade a partir de 15 anos, e objetiva extinguir o analfabetismo no Brasil, tendo por parceiras instituições alfabetizadoras que trabalhem com jovens e adultos.
                   Os alfabetizadores, em geral, são educadores sociais afro-descendentes, residentes na comunidade onde irá ministrar aulas, possuem uma relação com os moradores locais tanto elabora mobilizações in loco para efetuar as inscrições dos pretensos alfabetizandos no PSCL, portanto reconhecem a realidade em que estes vivem e lidam diariamente. Majoritariamente possuem o Ensino Médio, exigência mínima admissível, detém pouca ou nenhuma experiência sobre a prática profissional docente.  Todavia, com o auxílio da Formação Inicial do Alfabetizador (FIA) e da Formação Continuada do Alfabetizador (FCA), os alfabetizadores apreendem a importância da abordagem destes aspectos paulatinamente através do diálogo sobre sua própria prática, da conscientização de suas ações e seus efeitos sobre o alfabetizando, ele próprio e a sociedade.
                   O objetivo da FCA é contribuir para o avanço do trabalho coletivo, abrindo espaço para manifestações, depoimentos, sugestões dos alfabetizadores sobre seu fazer pedagógico expressando os aspectos teóricos e metodológicos, estimulando-os ao constante ato de aprendizagem, respeitando ao senso comum, a capacidade criadora, os saberes socialmente construídos na prática comunitária.
                   Logo, não é um mero ato de treinamento, orientação, preparação, capacitação, mas um árduo e constante trabalho pedagógico que cobra do mesmo um novo olhar, um novo fazer sobre sua prática e compromisso reconstruindo sua forma de relacionar, comunicar e entender o mundo, a sociedade e o homem.
                   A FCA ocorre após concretização da FIA, sendo transmitidas informações referentes à estrutura do programa (administrativo e pedagógico) acorrendo antes do início das aulas promovido pela SECULT e executado por instituições credenciadas pela mesma com certificado.
                   A FIA possui 40 horas, estruturada da seguinte forma: encontros presenciais: 6 horas diárias; duração: 06 dias; formadores especialistas em EJA contratados para tal período; fornecimento de material necessário: módulo elaborado para o programa e livro didático do PNLA. No que tange a FCA possui a seguinte base: encontros presenciais: 04 horas; duração: 08 meses; encontros quinzenais (02 encontros mensais); pólos de formação localizados próximo das turmas de alfabetização. (SECULT, 2010)        
                    Fato comum observado nas FCA é que os alfabetizadores concentram-se muito pouco nas competências e habilidades que o alfabetizandos poderá desenvolver, na capacidade cognitiva e metacognitiva, interesses e necessidades ultrapassando a obrigatoriedade de ler e escrever somente seu nome, o alfabeto e juntar sílabas.
       Neste panorama, o incentivo da equipe diretiva, Coordenadores de Turma e Pedagógico e Gestores, são de substancial importância. A equipe se reúne para potencializar a produção e proporcionar aos alfabetizadores uma releitura do processo alfabetização de jovens e adultos, reintegrar a experiência educativa criadora de uma verdadeira e sólida transformação, autonomia, coerência e ponderação calcada em valores, relações interpessoais e estudos fundamentados nos aspectos antropológicos, axiológicos, políticos e epistemológicos com a função de ampliar o conhecimento e o processo de sistematização da complexa realidade que o rodeia subjetivamente.
                    Em verdade, através das FCA são acolhidas as percepções de quebra de um grande hiato existente entre os discursos e as práticas pedagógicas voltadas para o EJA.

                  
2 CONSIDERAÇÕES FINAIS

       O processo de ensino-aprendizagem para o EJA deve pautar-se nas tramas de relações cognitivas e afetivas, estabelecidas pelos sujeitos ativos do processo. Todavia, uma grande dificuldade em executá-lo reside nas deficiências próprias do processo de formação do educador, sobretudo no que se refere à pesquisa, leitura e produção.
                   Os alfabetizadores não são técnicos que executam instruções e propostas elaboradas por especialistas, mas sujeitos epistemológicos que em coletivo produzem condições para que a prática pedagógica reafirme a democracia tanto em sala de aula quanto fora dela.
REFERÊNCIA

AQUINO, Julio Groppa. Os mascates da formação contínua.  Revista Nova Escola on line, Edição 155, 09/2002. Disponível em: http://homolog.novaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/mascates-formacao-continua-423184.shtml Acesso: 20/Jul/2010.

FARIA, Wendell Fiori de. Educação de jovens e adultos: pedagogia. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009.

FREIRE, P. Política e educação. São Paulo: Cortez, 1997.

FREIRE, Paulo. Educação e mudança. Paz e Terra, 1986.

SILVA, Everson Melquiades Araújo; ARAÚJO, Clarissa Martins de. Reflexão em Paulo Freire: uma contribuição para a formação continuada de professores. V Colóquio Internacional Paulo Freire – Recife, 19 a 22-setembro 2005.

SILVA, José Maria da; SILVEIRA, Emerson Sena da. Apresentação de trabalhos acadêmicos: normas e técnicas. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.
SALVADOR CIDADE EDUCADORA. SECULT. Disponível em: http://www.smec.salvador.ba.gov.br/site/projetos-cidade-letras.php Acesso: 20/Jul/2010.



[1] Texto em construção.
[2] Noly Oliveira: Educadora Social, Coordenadora de Turma do Programa  Salvador Cidade das Letras, Historiadora (UCSal), Especialista em História e Cultura Afro-brasileira (Fundação Visconde de Cayrú), Consultora em Metodologia Científica.
[3]O Programa Salvador Cidade das Letras é um programa de alfabetização de jovens e adultos promovido pela Prefeitura de Salvador e Secretaria Municipal da Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMEC), em parceria com o Programa Brasil Alfabetizado do MEC, entidades da sociedade civil organizada, universidades, alfabetizadores e alfabetizandos.