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quarta-feira, 17 de agosto de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
DEFESA DE DISSERTAÇÃO NO CEAO / TEMA: "Relações raciais e subjetividade de crianças em uma escola particular na cidade de Salvador”
CEAO - Centro de Estudos Afro-Orientais
Relações raciais e subjetividade de crianças são temas de dissertação
A mestranda Marília Carvalho Soares defende nesta sexta (19), às 14h, no CEAO, a dissertação intitulada "Relações raciais e subjetividade de crianças em uma escola particular na cidade de Salvador” pelo Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos (POSAFRO) da Universidade Federal da Bahia.
A banca examinadora é composta pelas professoras Paula Cristina da Silva Barreto (orientadora/UFBa), Angela Figueiredo (UFRB) e Mary Castro (UCSal).
|Serviço|
Defesa de Dissertação de Mestrado
Quando: 19 de agosto (sexta-feira), às 14h.
Onde: Auditório Milton Santos (CEAO), Largo Dois de Julho.
Mais informações: (71) 3283-5508
CEAO - Centro de Estudos Afro-Orientais
Pç. Inocêncio Galvão, 42, Largo Dois de Julho - CEP 40025-010. Salvador - Bahia - Brasil
Tel (0xx71) 3322-6742 / Fax (0xx71) 3322-8070 - E-mail: ceao@ufba.br - Site: www.ceao.ufba.br
Relações raciais e subjetividade de crianças são temas de dissertação
A mestranda Marília Carvalho Soares defende nesta sexta (19), às 14h, no CEAO, a dissertação intitulada "Relações raciais e subjetividade de crianças em uma escola particular na cidade de Salvador” pelo Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos (POSAFRO) da Universidade Federal da Bahia.
A banca examinadora é composta pelas professoras Paula Cristina da Silva Barreto (orientadora/UFBa), Angela Figueiredo (UFRB) e Mary Castro (UCSal).
|Serviço|
Defesa de Dissertação de Mestrado
Quando: 19 de agosto (sexta-feira), às 14h.
Onde: Auditório Milton Santos (CEAO), Largo Dois de Julho.
Mais informações: (71) 3283-5508
CEAO - Centro de Estudos Afro-Orientais
Pç. Inocêncio Galvão, 42, Largo Dois de Julho - CEP 40025-010. Salvador - Bahia - Brasil
Tel (0xx71) 3322-6742 / Fax (0xx71) 3322-8070 - E-mail: ceao@ufba.br - Site: www.ceao.ufba.br
MINICURSO NO CEAO
CEAO - Centro de Estudos Afro-Orientais
Democracia, Estado e Tradição na Guiné Bissau
Minicurso proposto pelo Programa Fábrica de Idéias, com recursos do PROAP/Capes do Posafro e do Programa Pró-África do CNPq.
Prof. Dr. Mamadu Jau (Diretor do INEP, Bissau)
Local: Auditório Milton Santos, CEAO (FFCH-UFBA), Largo Dois de Julho s/n
Horários: terça dia 16/8, quarta dia 17/8 e sexta dia 19/8 de 17 a 20h – 9 horas aulas em total.
A literatura está online ou na fotocopiadora do lado do CEAO.
Tema I. A transição democrática na Guiné-Bissau: balanço e perspectivas
1. Koudawo, F. & Mendy, P.K., coordenação (1996) Pluralismo político na Guiné-Bissau, uma transição em curso, Bissau, INEP
2. Augel, J. & Cardoso, C. (1996) Transição democrática na Guiné-Bissau e outros ensaios, Bissau, INEP.
3. Koudawo, F. (2000) Cabo Verde Guiné-Bissau, Da democracia revolucionária a democracia liberal, Bissau, INEP.
4. Ki-Zerbo, J. (2006) Para quando África, entrevista de Réne Holenstein, Bissau, Kusi Mon Editora, pp. 11-20 e 63-86.
5. Mafeje, A. (1995) « Théorie de la démocratie et discours africain : « cassons la croûte, mes compagnons de voyage » in : Processus de démocratisation en Afrique Problèmes et Perspectives, sous direction de Eshetu Chole et Jibrin Ibrahim, Paris, Karthala, pp. 1-25.
6. Weber, M. (2000) A Política como Profissão, Lisboa, Edições Universitárias Lusófonas.
7. Bayart, J-F (2006) L´État en Afrique, La Politique du ventre, Paris, fayad (préface)
8. Mayor, F. (2001) "Desenvolvimento endógeno e governação democrática”, in: Globalização, Desenvolvimento e Equidade, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, pp. 89-97.
Tema II. O Estado e o Poder Tradicional na Guiné-Bissau: reconhecimento de conveniência
1. Jao, M. (1996) "Os poderes "tradicionais” no período de transição”, in: Koudawo, F. & Mendy, P.K. Pluralismo Político na Guiné-Bissau, uma transição em curso, Bissau, INEP, pp. 121-133.
2. Mendes Fernandes, R. (1993) Partido único e poderes tradicionais, in: Soronda, Revista de Estudos Guineenses, nº 16, primeira série, Bissau, INEP, pp. (disponível no site: inep-bissau.com.
3. Carvalho, C. (s.d.) A Legitimidade da palavra (comunicação)
4. Matos F. (2009) O Poder local em Moçambique, descentralização, pluralismo jurídico e legitimação, Porto, Editora Afrontamento.
Tema III. Identidade e conflito em contextos de multiculturalidade: Sector de Bula (Norte da Guiné-Bissau)
1. Wieviorka, M. (2002) A Diferença, Lisboa, Fenda, pp. 101-125.
2. Identidade /Diferença, in: Enciclopédia Einaudi, vol. 10., Lisboa, Imprensa Nacional -Casa da Moeda, 1995, pp. 11-44.
3. Etnocentrismo, in: Enciclopédia Einaudi, vol. 10., Lisboa, Imprensa Nacional -Casa da Moeda, 1995, pp. 136-151.
4. Da Silva, M.J. A. & Lima Brandim, M.J. (2008) Multiculturalismo e educação: em defesa da diversidade, in: Diversa: Ano I, nº 1, pp.51-66
(in: www.fit.br/homem/link/texto/multiculturalismo.pdf).
5. Da Silva, T.T., A produção social da identidade e da diferença (in: htt://ead.uca.br/orientador/turmat/Acervo/web-F/web-h)
Informações com a secretária da Fábrica de Idéias – tel . 33226813.
CEAO - Centro de Estudos Afro-Orientais
Pç. Inocêncio Galvão, 42, Largo Dois de Julho - CEP 40025-010. Salvador - Bahia - Brasil
Tel (0xx71) 3322-6742 / Fax (0xx71) 3322-8070 - E-mail: ceao@ufba.br - Site: www.ceao.ufba.br
Democracia, Estado e Tradição na Guiné Bissau
Minicurso proposto pelo Programa Fábrica de Idéias, com recursos do PROAP/Capes do Posafro e do Programa Pró-África do CNPq.
Prof. Dr. Mamadu Jau (Diretor do INEP, Bissau)
Local: Auditório Milton Santos, CEAO (FFCH-UFBA), Largo Dois de Julho s/n
Horários: terça dia 16/8, quarta dia 17/8 e sexta dia 19/8 de 17 a 20h – 9 horas aulas em total.
A literatura está online ou na fotocopiadora do lado do CEAO.
Tema I. A transição democrática na Guiné-Bissau: balanço e perspectivas
1. Koudawo, F. & Mendy, P.K., coordenação (1996) Pluralismo político na Guiné-Bissau, uma transição em curso, Bissau, INEP
2. Augel, J. & Cardoso, C. (1996) Transição democrática na Guiné-Bissau e outros ensaios, Bissau, INEP.
3. Koudawo, F. (2000) Cabo Verde Guiné-Bissau, Da democracia revolucionária a democracia liberal, Bissau, INEP.
4. Ki-Zerbo, J. (2006) Para quando África, entrevista de Réne Holenstein, Bissau, Kusi Mon Editora, pp. 11-20 e 63-86.
5. Mafeje, A. (1995) « Théorie de la démocratie et discours africain : « cassons la croûte, mes compagnons de voyage » in : Processus de démocratisation en Afrique Problèmes et Perspectives, sous direction de Eshetu Chole et Jibrin Ibrahim, Paris, Karthala, pp. 1-25.
6. Weber, M. (2000) A Política como Profissão, Lisboa, Edições Universitárias Lusófonas.
7. Bayart, J-F (2006) L´État en Afrique, La Politique du ventre, Paris, fayad (préface)
8. Mayor, F. (2001) "Desenvolvimento endógeno e governação democrática”, in: Globalização, Desenvolvimento e Equidade, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, pp. 89-97.
Tema II. O Estado e o Poder Tradicional na Guiné-Bissau: reconhecimento de conveniência
1. Jao, M. (1996) "Os poderes "tradicionais” no período de transição”, in: Koudawo, F. & Mendy, P.K. Pluralismo Político na Guiné-Bissau, uma transição em curso, Bissau, INEP, pp. 121-133.
2. Mendes Fernandes, R. (1993) Partido único e poderes tradicionais, in: Soronda, Revista de Estudos Guineenses, nº 16, primeira série, Bissau, INEP, pp. (disponível no site: inep-bissau.com.
3. Carvalho, C. (s.d.) A Legitimidade da palavra (comunicação)
4. Matos F. (2009) O Poder local em Moçambique, descentralização, pluralismo jurídico e legitimação, Porto, Editora Afrontamento.
Tema III. Identidade e conflito em contextos de multiculturalidade: Sector de Bula (Norte da Guiné-Bissau)
1. Wieviorka, M. (2002) A Diferença, Lisboa, Fenda, pp. 101-125.
2. Identidade /Diferença, in: Enciclopédia Einaudi, vol. 10., Lisboa, Imprensa Nacional -Casa da Moeda, 1995, pp. 11-44.
3. Etnocentrismo, in: Enciclopédia Einaudi, vol. 10., Lisboa, Imprensa Nacional -Casa da Moeda, 1995, pp. 136-151.
4. Da Silva, M.J. A. & Lima Brandim, M.J. (2008) Multiculturalismo e educação: em defesa da diversidade, in: Diversa: Ano I, nº 1, pp.51-66
(in: www.fit.br/homem/link/texto/multiculturalismo.pdf).
5. Da Silva, T.T., A produção social da identidade e da diferença (in: htt://ead.uca.br/orientador/turmat/Acervo/web-F/web-h)
Informações com a secretária da Fábrica de Idéias – tel . 33226813.
CEAO - Centro de Estudos Afro-Orientais
Pç. Inocêncio Galvão, 42, Largo Dois de Julho - CEP 40025-010. Salvador - Bahia - Brasil
Tel (0xx71) 3322-6742 / Fax (0xx71) 3322-8070 - E-mail: ceao@ufba.br - Site: www.ceao.ufba.br
terça-feira, 24 de maio de 2011
A carta e o índio ... um cânon em nossa literatura!
A carta e o índio (VIANA, Franscisco. Adaptação de Altino Martinez).
Um fazendeiro incumbiu a um índio, ainda não de todo civilizado que fosse levar dez belas frutas a um amigo. Sobre elas colocou uma carta.
No caminho o índio teve vontade de comer uma das frutas. E não se conteve: comeu-a!
Ao receber o presente, o amigo do fazendeiro disse ao índio:
O amigo: - Você comeu uma das frutas?
O Índio: - Eu?
O Amigo: - Sim. Esta faltando uma.
O Índio: - Como é que o senhor sabe?
O Amigo: - Ora, essa! Pela carta.
O Narrador:
O Índio não tinha a menor idéia de como a gente pode registrar as idéias pela escrita, e desse modo transmiti-las aos outros.
Por isso, olhou com admiração a folha de papel que o outro lhe exibia e disse:O Índio: - Ah! Isso conta o que a gente faz?... Eu não sabia!
O Narrador: Uma semana depois, o índio foi de novo encarregado de levar um cesto de frutas ao mesmo homem. Levava também uma carta.
No meio do caminho, pousou a cesta no chão e, pegando na carta, disse:
O Índio: - Deixe estar, bicho mexeriqueiro, contador do que a gente faz! Agora você não há de ver o que vou fazer para contar aos outros!
O Narrador: Dito isto, sentou-se sobre o envelope.
Comeu três das frutas e atirou longe as cascas e os caroços.
Então, levantou-se, pôs a carta no lugar e continuou no caminho.
Mas coitado! Mal chega a casa do amigo do fazendeiro, o mesmo lhe pergunta:
O Amigo: - Então... estavam boas as frutas?
O Índio: – Não sei, não senhor!
O Amigo: - Como, não sabe?... Pois comeu três delas?
O Narrador: Vendo-se apanhado em falta, o índio muito sem jeito, confessou:
O Índio: - Comi, sim senhor. O Senhor me desculpe... Mas... eu só queria saber como foi que o senhor descobriu...
O Amigo: - E boa! Pela Carta!
O Índio: - Não pode ser, não senhor ! Esta brincando comigo, porque desta vez eu me sentei em cima dela e ela não viu nada...
O Narrador: O homem sorriu daquela simplicidade, e o índio pôs-se a pensar no caso. Embora não compreendendo tudo perfeitamente começou a perceber que os sinais escritos deviam servir para transmitir um recado.
No caminho o índio teve vontade de comer uma das frutas. E não se conteve: comeu-a!
Ao receber o presente, o amigo do fazendeiro disse ao índio:
O amigo: - Você comeu uma das frutas?
O Índio: - Eu?
O Amigo: - Sim. Esta faltando uma.
O Índio: - Como é que o senhor sabe?
O Amigo: - Ora, essa! Pela carta.
O Narrador:
O Índio não tinha a menor idéia de como a gente pode registrar as idéias pela escrita, e desse modo transmiti-las aos outros.
Por isso, olhou com admiração a folha de papel que o outro lhe exibia e disse:O Índio: - Ah! Isso conta o que a gente faz?... Eu não sabia!
O Narrador: Uma semana depois, o índio foi de novo encarregado de levar um cesto de frutas ao mesmo homem. Levava também uma carta.
No meio do caminho, pousou a cesta no chão e, pegando na carta, disse:
O Índio: - Deixe estar, bicho mexeriqueiro, contador do que a gente faz! Agora você não há de ver o que vou fazer para contar aos outros!
O Narrador: Dito isto, sentou-se sobre o envelope.
Comeu três das frutas e atirou longe as cascas e os caroços.
Então, levantou-se, pôs a carta no lugar e continuou no caminho.
Mas coitado! Mal chega a casa do amigo do fazendeiro, o mesmo lhe pergunta:
O Amigo: - Então... estavam boas as frutas?
O Índio: – Não sei, não senhor!
O Amigo: - Como, não sabe?... Pois comeu três delas?
O Narrador: Vendo-se apanhado em falta, o índio muito sem jeito, confessou:
O Índio: - Comi, sim senhor. O Senhor me desculpe... Mas... eu só queria saber como foi que o senhor descobriu...
O Amigo: - E boa! Pela Carta!
O Índio: - Não pode ser, não senhor ! Esta brincando comigo, porque desta vez eu me sentei em cima dela e ela não viu nada...
O Narrador: O homem sorriu daquela simplicidade, e o índio pôs-se a pensar no caso. Embora não compreendendo tudo perfeitamente começou a perceber que os sinais escritos deviam servir para transmitir um recado.
sábado, 9 de abril de 2011
Promo�o Tic Tac Loucos por Canela
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segunda-feira, 14 de março de 2011
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