quarta-feira, 6 de outubro de 2010

ECOBAG

Faça você mesmo: ecobags feitas de camisetas velhas
por Eu Vivo + Sustentável em outubro 4 , 2010 às 7:14 pm | Comentário (1)



Sabe aquela camiseta que você ganhou de brinde e nunca usou, ou aquela outra que já está velha e só serve para usar dentro de casa? Agora ela pode ter uma nova serventia. Com alguns cortes e uma costura simples é possível transformar uma camisa comum em uma ecobag exclusiva e sustentável. Confira!
Materiais:
• Camisa de algodão (por serem mais resistentes, os tecidos mais grossos funcionam melhor. Já o tamanho fica ao seu critério: quanto maior a camisa, maior será a sacola);
• Alfinetes;
• Canela ou lápis;
• Prato;
• Tesoura;
• Máquina de costura.
1º passo: Retire as mangas

Estire sua camisa sobre uma mesa e corte as mangas. Certifique-se de não cortar as costuras, pois isso deixará a sua ecobag mais resistente.
2º passo: Retire a gola

Agora você irá recortar a gola, que será a alça da sua sacola. Mas antes, marque com o lápis ou canela o local exato do corte. Para facilitar a marcação, posicione o prato em cima da gola com metade do seu diâmetro sobre a camisa e a outra metade para fora. Agora é só marcar e recortar. Quando maior o círculo, mais fina (e frágil) será a alça
3º passo: Marque o local da costura

Vire a camiseta ao avesso e marque com os alfinetes o local onde irá costurar a base da sua futura ecobag. É nesse momento também que você irá definir o comprimento da sua bolsa.
4º passo: Costure

Chegou o momento de usar a máquina de costura para fechar o fundo de sua sacola. Pode usar o tipo de costura que preferir. Para torná-la ainda mais forte, reforce a costura do fundo e das quinas da ecobag. Você ainda pode colocar bolsos na parte de dentro da sacola.
Está pronto!

Agora é só desvirar sua ecobag e usá-la aonde quiser! Ela pode carregar as a compras do supermercado, os livros da faculdade, as roupas da academia ou o que mais você precisar.
Você ainda pode fazer várias sacolas, com estampas e tamanhos diferentes, e distribuir entre seus amigos e familiares. Uma lembrança barata, fácil e sustentável para manter por perto e usar sempre que precisar.
Fonte: Instructables
Este texto foi escrito, originalmente, para o Blog EcoD – Por Redação EcoD


Reportagem retirada no dia 06 10 2010 do blog:

http://www.topblog.com.br/2010/blogs/eu-vivo-mais-sustentavel/faca-voce-mesmo-ecobags-feitas-de-camisetas-velhas/comment-page-1/#comment-8029

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

CONFIRAMMMMMMM: Letra da Musica “O Alvo” CD Insólito (Em construção)


O Alvo

Você é o alvo mesmo sem saber
Estética... Poética deste seu breve viver.
O que lhe sensibiliza também lhe faz sofrer
O filho do lobo ao homem
Tremores do insensato viver

Você que é o alvo a se erguer
Que não tem mais o que dizer
Cala-se tudo em você,
Projétil que atinge a reta a percorrer.
Atravessa, parte, quebra o todo..
Sepulta a criatura a viver

Você que é o nada de algo a ser
Caminhos vazios, alvo erguido... Desejos...
Insistentemente a correr

Marcelo Cabral Sousa
Quarta-feira, 16 de junho de 2010.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

INFORME - CICLO DE DEBATES

O MUSA/ISC/UFBA, a Regional Bahia da Rede Nacional Feminista e a Relatoria do Direito à Saúde Sexual e Reprodutiva da Plataforma Dhesca, convidam:




Ciclo de Debates
De setembro a dezembro

Mulheres e Direitos Humanos

Objetivo
Debater temas atuais, sobre Direitos Humanos, Mulheres e Autonomia Sexual, com o objetivo de contribuir para dar visibilidade a questões relevantes, ainda pouco discutidas na sociedade,

Temas apresentados-Uso do tempo / Saúde mental das mulheres /Mulheres e drogas /Transexualidade, travestilidade e intersexo

Público alvo
Estudantes, movimentos sociais, movimento feminista, lideranças comunitárias, sindicalistas, pesquisadores/as, profissionais e pessoas interessadas no tema. 
Debate 1
Tempo e Saúde: Notas para pensar o temaEstela Aquino – professora do Instituto de Saúde Coletiva da UFBA, coordenadora do MUSA, conselheira do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher
29 setembro de 2010, das 14:00 às 17:00 – na sala 10 da Escola de Administração da UFBA – Vale do Canela Serão fornecidos certificados de participação para as(os) que obtiverem 100% de frequência.  As inscrições poderão ser feitas no dia do 1° debate ou no MUSA, através do telefone 3283-7422, das 8:00 h. às 12:00 h. e das 14:00 h. às 17:00 h.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

....enfim.

 ... enfim 

Noly Oliveira

Ser em dever a si,
sujeito e anti-sujeito 
e ainda assim não aprende a ver a vida aprende a seguir

Notório são as pedras 
e as curvas que ninguém escapa de passar 
os meus nem sei como mensurar
nichos esquecidos,
carinhos desfeitos,
amigos sozinhos...

Onde me encontro neste momento?
quase sempre acontece
inconscientimente desejamos o que conscientimente negamos
ó pobre homem que de bengala ainda precisa
para salvaguardar-lhe a alma!

sábado, 18 de setembro de 2010

Cegos

Cegos
Noly Oliveira

Ele chama, ela chama
Eu o chamo, você o tem
Ela fala, ele grita
Eu blasfêmo, você também
Eu encanto, você canta
Ele declamo, ela mantém
Ambos ascendem e sintetizam
Metas e recursos para enfim
Abrangerem a seguir
Em múltiplos ambientes,
Subordinar e conseguir
Transparência em influência
Concentrados em estratégias
Rígidas e administradas
Por gente dessa terra
Quantidade representativa
Da burguesia dominante
Monta em cima, tripudia,
Dos serviçais que o escolhem
Dos cegos que em delírio
Aderem sem protestar
Corrompidos ou coagidos
Com encargos vão lidar
Penalizados, oprimidos
Mas gostando de achar
                                           Que desse vício tem controle
                                                                               Quando controle não há.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

GALERA MUITO BOM... CONFIRA O QUE ESTA TURMA ANDA FAZENDO POR AQUI!!!!!!!!!!!


O labirinto
A vida vem sem nuances
Mesmices  de um velho e mono dia
Diafragmas da distância que estanca a alma desolada vazia
Monocromática cor sabores em cinzas que chegam
É um mesmo nada
Outra rua onde esse mesmo corpo caia
É o tempo das ilusórias sensações é um sem fim de emoções
Subtrações, subtrações, sub-trações.
Sou eu o abismo abstrato
O labirinto, o labirinto.
(...)

ficou curioso? veja o restante, garanto q vai gostar heheheh

Pelo direito de saber ler e escrever - reportagem publicada na revista nova escola

Políticas Públicas

Sete passos para erradicar o analfabetismo

Conheça as melhores soluções encontradas pelas cidades brasileiras que estão conseguindo alfabetizar toda a população adulta

Ana Rita Martins (ana.martins@abril.com.br), de Salvador, BA. Colaboraram Anderson Moço, de Niterói, RJ, Beatriz Santomauro, de São João do Oeste, SC, Paola Gentile, de Guajará, Itapiranga e Silves, AM, Paula Takada, de Porto Alegre, RS, e Rodrigo Ratier, de Curitiba, PR, e Blumenau, Jaraguá do Sul e Pomerode, SC

3 Investir na formação dos professores de EJA

Foto: Fernando Vivas
COORDENAÇÃO PARA AJUDAR A EVOLUIR
Em Salvador, todo alfabetizador da EJA
conta com coordenador pedagógico que
assiste a suas aulas e as analisa
semanalmente, usando a observação
como subsídio para a formação continuada.
Os próprios coordenadores têm formação
contínua e são acompanhados de perto
por coordenadores gerais da Secretaria da
Educação. A aposta na capacitação, claro,
exige mais investimentos. No Brasil,
porém, o gasto por aluno de EJA segue
abaixo do das demais etapas de ensino.
É consenso entre os especialistas que a formação dos professores é o fator de maior impacto na qualidade do trabalho e no resultado positivo dos alunos. Entretanto, muitos programas de EJA apostaram no voluntariado despreparado para dar aulas, como se qualquer pessoa que soubesse ler e escrever fosse capaz de alfabetizar, o que está muito distante da verdade.
Mesmo quando se trata de formação de docentes, há sérios problemas. O principal é que a formação inicial pouco aborda a EJA. Segundo pesquisa da Fundação Victor Civita (FVC), realizada pela Fundação Carlos Chagas (FCC), a etapa é abordada em apenas 1,5% do currículo. Por isso, o investimento em formação continuada é imprescindível. O ideal é que ele inclua uma rede de apoio dentro da própria escola, como ocorre em Salvador (leia o destaque ao lado).
Em Porto Alegre, além do investimento na formação continuada, investe-se também na valorização do professor da EJA. Na rede municipal, são 450 docentes com plano de carreira idêntico ao dos que lecionam na rede regular. O resultado disso é que os educadores acabam investindo mais na própria formação (95% deles têm pós-graduação). Para Vera Masagão Ribeiro, coordenadora da ONG Ação Educativa, na capital paulista, a política é acertada. "Muitos professores encaram a EJA como uma forma de bico. É preciso resolver essas questões estruturais para o segmento se profissionalizar."

Publicado em NOVA ESCOLA, Edição 235, Setembro 2010, com o título Pelo direito de saber ler e escrever.
Ver in: http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/modalidades/sete-passos-erradicar-analfabetismo-594388.shtml?page=2